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Municiador de Carregador

Visando diminuir o peso e o volume que um soldado de infantaria transporta em carregadores e também o tempo perdido e o desgaste físico e mental que se leva para municiar os vazios -muita das vezes em momentos críticos de combate- foi desenvolvido o municiador de carregador.

Essa peça é um tambor levemente blindado que, fixado junto ao cinturão de combate, permite o transporte de centenas de cartuchos de munição e também o remuniciamento imediato do carregador.

O funcionamento é simples: assim que o usuário empurra o carregador contra a fenda do municiador, ela se abre abrigando-o e, automaticamente uma mola empurra a quantidade de munição exata para dentro do primeiro. Após a recarga, basta puxá-lo de volta completamente carregado. Imediatamente a fenda se fecha.O mecanismo, obviamente, também funciona quando o carregador se encontra ainda com algumas munições em seu interior.

Basicamente um combatente leva uma peça desse equipamento para as munições de fuzil calibre 7,62mm. A capacidade é de até 300 munições para pronto uso. Ou seja, dez recargas completas, visto que um carregador convencional de fuzil regulamentar do ExM transporta 30 munições.

Para recarregar o municiador, basta destravar a mola impulsionadora e despejar a munição no compartimento do mesmo.

Existe ainda uma versão específica para munições de submetralhadora/pistola .40, mas, no caso do uso da segunda, ainda são utilizados os carregadores convencionais extras, fixados ao coldre da arma, quando a mesma é portada de forma singular ou secundária.

Equipamentos e armamentos pessoais regulamentares ExM

Neste artigo será descrito brevemente uma lista dos equipamentos básicos que fazem a diferença no sucesso das tropas do Exército Maior (ExM) e que são muito bem aceitos por soldados e oficiais de todas as Forças Armadas. Futuramente, esses ítens serão analizados de forma mais minunciosa.
Dividimos as peças primeiramente pelas partes do corpo humano e, depois em conjunto.

Cabeça:
-Capacete produzido em ATK, plástico de alto impácto e gel de absorvição de impácto/acomodação, com cobertura de lona camuflada (destacável) e forro interno de tecido leve (destacável e lavável). Fixação por tiras de lona reforçadas e alcolchoadas (destacáveis e laváveis). Viseira de proteção balística afixada com lente fotossensível.
-Elmo inferior em lona reforçada, camadas de telas ATK, gel absorvente de impácto e forro interno (destacável e lavável) de tecido leve. Microporos internos pra circulação de ar e/ou refrigração. Atuação cervo-craniana.
-Protetor auricular com redutor/amplificador sonoro e entradas para microfone e rádio, além de vedação contra agentes químicos.
-Máscara de proteção vedada contra agentes químicos para ser usada sob a viseira. Utiliza um ou dois filtros e permite a ingestão de líquidos de forma selada. Atuação ocular e respiratória.
-Óculos de pressão com armação flexível para proteção contra impurezas com lentes fotossensíveis e tiras elástica.
-Monóculo de visão noturna afixado lateralmente no capacete e com encaixe para utilização também com óculos de pressão.

Corpo:
-Uniforme padrão produzido em tecido de alto conforto com revestimento externo em lona sintética de alta resistência e baixo nível de assinatura térmica. Conta com cotoveleiras e joelheiras acopladas.Diversos acabamentos.
-Colete integral de proteção balística de uso inferior ao uniforme, produzido em lona plastificada, camadas de tela ATK, gel absorvente de impácto e forro interno (destacável e lavável) em tecido leve. Fixação com tiras elásticas. Superfície com microporos para circulação de ar. Mantém posições para encaixe das joelheiras e cotoveleiras do uniforme externo.
-Colete térmico de refrigeração/aquecimento com uso inferior ao colete balístico. Com atuação semi-integral (semi-cervical, ante-braços, tronco e coxas), funciona junto à bateria de corda ou de litium padrão do combatente. Possui opção para conexão de mangueira para o elmo.
-Uniforme de baixo em tecido confortável e ação anti-bactericida, lavável e de secagem rápida, para longos períodos de uso.
-Cinturão de combate com tiras elásticas de fixação para diversas variedades e combinações de equipamentos, armas e munições. Fabricado em lona alcolchoada com costura reforçada e extensões para os ante-braços e coxas.

Braços:
-Relógio militar padrão com funções analógias e digitais, e bússola magnética.
-Pulseira de aço com rastreador GPS embutido.
-Luvas de combate com proteção balística, com bom nível de sensibilidade, mobilidade e ergonomia, lonada e com forro interno (destacável e lavável).

Pernas:
-Coturnos de combate para proteção contra minas anti-pessoais, produzido em couro lonado, camadas de tela ATK, gel de abservoção/acomodação e forro (destacável e lavável) leve.Fixação por elásticos rústicos de fácil calçamento, ajuste e retirada.Solado específico para operações em solos fora de padrão.

Outros equipamentos:
-Mochila tática de combate para fixação sobre o cinturão. Possui cantil flexível para 15 litros, barraca com saco de dormir com saco de dormir, tela mosquiteiro e ventilador e cobertura balística. É totalmente impermeável.
-Gerador de energia para sensores e equipamentos com duas opções de baterias: de corda e de litium. Possui bolsa impermeável.
-Equipamento de comunicação de grupo.
-Binóculos convencional 4X.
-Kit de primeiros socorros.
-Ferramenta multi-uso c/diversar chaves e alicates embutidos.

Armamento Regulamentar:
-Pistola .40mm carregada e coldre com três carregadores extras.
-Granadas de mão.
-Faca de combate.

Proteção de Veículos - ExM

Cobertura Lonada Blindada (CLB)
Na procura de dar alguma proteção às tripulações dos veículos tubulares de ataque e exploração e, ao mesmo tempo não influenciar no peso e na capacidade de carga desses veículos, a CLB foi uma excelente alternativa encontrada.A CLB foi desenvolvida com a mesma tecnologia utilizada nos coletes individuais das tropas do ExM. A flexibilidade, a leveza e a resistência do material se dá em razão das várias camadas de micro-telas em ATK, da camada de gel de alta absorvição de impácto e das coberturas de tecidos resistentes e de assinatura térmica reduzida.A cobertura ainda provê diversos tipos de acabamentos camuflados e resiste à munições de até 12,7mm e estilhaços de granadas de mão.A instalação é facilmente realizada, 'vestindo' o veículo tubular como uma camisa e fixando-a com robustas tiras elásticas.A qualidade do equipamento é excelente e passa boa sensação de segurança à tripulação. Com o mesmo conceito, o ExM está estudando a utilização da proteção em outros veículos militares leves, como nas motocicletas e quadriciclos.

Blindagem Composta ATK- Aço, Titânio e Klevlar (BC-ATK)
Esse composto de elevadíssima resistência e flexilidade foi adotado efetivamente em todas as forças armadas do ExM, em ambos os campos, da construção à proteção.Mesmo sendo considerada uma blidagem 'convencional'(passiva), a BC-ATK é muito superior às cerâmicas utilizadas atualmente no campo de blindagens, com dureza e resistência três vezes mais elevada que as existentes produzidas pelas indústrias internacionalmente já consagradas.Em alguns testes, utilizando ogivas semi-nucleares hipersônicas, a blindagem em questão foi comprovada como a melhor proteção em níveis críticos de utilização.Combinada com camadas plásticas de alta absorvição de impácto, e válvulas de descompressão, a sua impenetrabilidade é absolutamente impressionante.Além de tudo, com o mesmo volume de blindagem das ceramidas ou de aço homogêneo, o peso da BC-ATK é duas vezes menor que a primeira e três que a segunda. Ou seja, os veículos que se utilizam desse composto comportam-se muito melhor, apresentando baixa pressão de solo, além de não exigir reforços de suspensão ou redução de carga útil.

Blidagem Reativa Inteligente (BRI)
Com as novas munições de carga oca em tandem, as blindagens ERA (abreviação em inglês de Explosive Reactive Armor, ou Blindagem Explosiva Reativa) perderam muito do seu poder efetivo. Visando uma otimização dessa eficaz tecnologia, foi desenvolvida a Blindagem Reativa Inteligente.Essa proteção tem uma variação de nível que vai de duas à cinco camadas de explosivos ativados de forma seqüênciada e retardada por computador.O funcionamento se inicia assim que ocorre o primeiro impácto explosivo: a primeira camada reage de contra-força, visando -como é função da ERA- a anulação da primeira carga do projétil. Posteriormente, as demais camadas explosivas são acionadas em seqüência calculada, anulando as seguintes explosões e cargas perfurantes.Em testes realizados contra ogivas avançadas e de grande porte, a blindagem convencional não foi alcançada nem mesmo em ângulos incidentes retos (90º).A instalação pode e deve ser aplicada em toda a extensão vulnerável do veículo- exceto é claro, nos vidros.A área de contra-reação fica limitada às pequenas placas pré-fragmentadas que forem atingidas pelo impácto do projétil hostil, não sendo necessários reparos imediatos onde ocorreu a explosão, já que muito dificilmente um novo impácto ocorrerá exatamente no mesmo local.Para uma utilização correta da BRI é necessária a instalação de uma camada de microeletrodos em toda a superfície da carroceria (logo abaixo da BRI) e de um programa de leitura desses microeletrodos inserido diretamente no computador de bordo do veículo. A detonação das camadas se dá de forma automática, através do programa.A BRI substituiu junto com a BEM (Blindagem Eletromagnética) as CGI (Cargas Guiadas de Interseptação) nos carros de combate do ExM e do CFN, devido à sua ação contida (não estilhaçante), muito menos restrita e perigosa quando os veículos operam com tropas desmontadas.Outra vantagem da BRI é o seu peso reduzido, facilidade de manutenção e reparo, e aplicação em veículos táticos.

BLindagem Eletromagnética (BEM)
A BEM funciona com a utilização de um gerador de energia elétrica direcionando e concentrando uma voltagem elétrica elevadíssima (de milhares de volts) em milésimos de segundo exatamente no local de impácto na superfície do veículo, exatamente onde estão instaladas algumas placas blindadas pré-fragmentadas com ramificações elétricas. As placas são fixadas em áreas vitais e de maior probabilidade de impacto, visando mais um vez anular a carga explosiva e toda a capacidade perfurante do projétil hostil.A concentração é conseguida da energia com o uso de mais um programa instalado no computador de defesa do veículo. Dessa maneira, mesmo que as tropas desmontadas estejam sob cobertura do veículo equipado com a BEM, elas não sofreram descargas elétrica, nem com o mesmo estando molhado ou submerso. O excesso da descarga elétrica é dissipado pelas antenas de eletroestática normalmente instaladas em qualquer veículo do ExM.A tripulção é devidamente protegida de qualquer perigo com o próprio isolamento elétrico da cabine.Infelizmente apenas veículos de grande porte podem fazer uso da BEM pois um gerador elétrico que forneça energia suficiente para a utilização devida da proteção, pesa no mínimo 700kg e seu volume é grande.

Cargas Guiadas de Interseptação (CGI)
Esse sistema ativo de proteção visa interseptar/desviar/destruir/reduzir o impácto de forma explosiva qualquer projétil (incluindo mísseis) consideravelmente hostil que se dirija ao veículo. Projéteis fora de trajetória, de pequeno calibre e estilhaços são desconsiderados pelo sistema.Uma pequena antena de rastreamento de superfície é instalada na torreta do blindado. Ela reconhece disparos e fornece os dados diversos como o diâmetro, velocidade e a trajetória do projétil.O computador de defesa do blindado faz os cálculos em milésimos de segundo e dispara a granada mais bem direcionada no tempo exato para realizar a interseptação à aproximadamente 10m de distância.O incoveniente do sistema é exatamente sua ação extremamente expansiva e letal (estilhaçante num raio de quase 30m), ficando inutilizado o uso quando em apoio à tropas desmontadas.Outros pontos negativos são a dificuldade de instalação, o peso, o aumento da silueta do veículo com o uso da antena e exclusiva utilização em carros blindados pesados.O CGI -apesar de sua eficácia comprovada- não é mais utilizado de forma efetiva no ExM e no CFN, pois as operações modernas exigem um profunda cooperação entre forças blindadas e infantaria.